Nosso projeto

Criado em 2018 por Luciana Kuk, o Projeto Prazer em Conhecê-lo – Sou Seu Vizinho Idoso nasce do compromisso de reafirmar que envelhecer não é perder o papel social na comunidade.
Mesmo diante de fragilidades ou limitações, a pessoa idosa continua sendo presença, história, referência e agente de transformação no território onde vive.O projeto promove a ocupação ativa da cidade por pessoas idosas, ampliando sua participação social, fortalecendo vínculos e ressignificando a forma como a sociedade se relaciona com o envelhecimento.
Aqui, a pessoa idosa é convidada a sair do lugar de invisibilidade e a ocupar espaços com dignidade, pertencimento e protagonismo. Aberto tanto para os idosos do Centro Dia Inntegra quanto para idosos da comunidade, o projeto cria oportunidades reais de convivência, troca e comunicação intergeracional, transformando o espaço urbano em um ambiente de encontro, afeto e reconhecimento.
Marco do Projeto
O projeto foi oficialmente inaugurado em 11 de dezembro de 2025, com o evento “Calçada Musical”. Na ocasião, os idosos do Grupo Percursivo Inntegra realizaram uma apresentação na calçada do Centro Dia, convidando familiares, vizinhos e pessoas que passavam pelo local a parar, assistir e se conectar com a potência expressiva e cultural da pessoa idosa no espaço público.
Esse momento simboliza o propósito do projeto: levar a velhice para a cidade, tornando-a visível, ativa e presente no cotidiano urbano.
O que o projeto promove
O projeto é aberto aos idosos do Centro Dia Inntegra e também àqueles que vivem na comunidade, criando oportunidades reais de convivência e ocupação da cidade por meio de:
​
-
Eventos que fortalecem vínculos comunitários;
-
Vivências e passeios culturais;
-
Ocupação ativa de espaços públicos e privados, como praças, feiras, mercados, museus, parques, restaurantes e centros culturais.
​
​
Nosso propósito
Fortalecer o papel social da pessoa idosa, ampliar sua presença na cidade, estimular a comunicação intergeracional e contribuir para a transformação da cultura do envelhecimento no Brasil, mostrando que a velhice — mesmo quando frágil — segue sendo viva, participativa e essencial para a sociedade.



